Ministro participa da assinatura de contratos do “Minha Casa, Minha Vida” em Niterói
09/12/2011
O ministro Moreira Franco, da Secretaria de Assuntos Estratégicos prometeu se empenhar para que o programa “Minha Casa, Minha Vida” seja estendido aos casais jovens que querem constituir família e não têm oportunidade de comprar uma casa. Ao participar, na quinta-feira, (8-12) do evento de assinatura de dois contratos do programa, entre a prefeitura de Niterói e a Caixa Econômica Federal, para a construção de unidades habitacionais no município, Moreira Franco destacou a importância do projeto do governo federal que não beneficia apenas os que são vitimas de tragédias.
Os dois contratos assinados entre a prefeitura de Niterói e a Caixa Econômica Federal preveem a construção de 454 unidades habitacionais dos empreendimentos Zilda Arns I e Zilda Arns II, destinadas a famílias com renda até R$ 1,6 mil, no bairro do Fonseca. Cada apartamento da unidade será vendido por R$ 59 mil, a uma prestação simbólica de R$ 50. Ao fim de 10 anos, o apartamento estará quitado. Com o ato de quinta-feira, a Caixa passa a ter quatro empreendimentos contratados no “Minha Casa, Minha Vida” em Niterói.
Participaram do evento, que contou com a presença de Moreira Franco o prefeito do Niterói, Jorge Roberto Silveira, o superintendente nacional da Caixa Econômica Federal, José Umberto Pereira, o superintendente regional da instituição, José Domingos Corrêa Martins, o secretário de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca, Felipe Peixoto e o secretário de Habitação, Marcos Linhares.
Depois de destacar que o programa Minha Casa Minha Vida é o projeto mais importante que conheceu, em 50 anos, o prefeito disse que não adianta investir em saúde, em educação, se o cidadão não puder morar com dignidade.”Quero dar parabéns à Caixa e ao Governo Federal por essa iniciativa. Quando as pessoas têm onde morar corretamente, têm qualidade de vida, têm saúde. Habitação é cidadania. Sem um endereço o cidadão não pode nem mesmo fazer um financiamento, comprar um produto em prestações. Isso mexe com a autoestima”, completou Jorge Roberto.
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